Prezados Abdistas e companheiros audiovisuais,
É com triste pesar que recebemos essa semana a notícia da perda irreparável do nosso companheiro abdista, vice-presidente da ABDeC PA e estimado amigo Bruno Assis.
Bruno tinha 29 anos, era formado em Artes Visuais e Tecnologia da Imagem. Atuava na fotografia desde 2004, recebendo duas Menções Honrosas, salão “Primeiros Passos” do CCBEU (PA-2004) e no “Salão da Vida” do Hospital Ofir Loyola (PA-2005).
Estreou em produções para TV, na área de Still e Assistente de Direção de Arte, em duas edições do Programa DOCTV-PA I e II, com o média metragem “Eretz Amazônia” (2004) e “O Homem do Balão Extravagante” (2005).
Recentemente fez o Video Assist de "Eu receberia as piores noticias dos teus lindos lábios", longa metragem 35mm ficção, com direção Beto Brant e Renato Ciasca, pela Drama Filmes. Santarém, Pará, em agosto de 2010.
Bruno fez especializações em Cinematografia Digital; Direção Cinematográfica para Ficção; Operação de Câmera; Direção de Fotografia; Produção de Imagem e Edição não linear. Enfim, ele estava construindo uma carreira promissora .

A ABD se entristece e lamenta profundamente a perda, mas sabemos que a força e a luta que ele nos mostrou jamais será esquecida!
Solange Souza Lima Presidente da ABD Nacional
DIRETORIA DA ABD NACIONAL
Diretora Presidente: Solange Lima (BA)
Diretor Vice Presidente: Celso Gonçalves (SP)
Diretor 2 Vice Presidente: Carlos Dowling (PB)
Diretor Tesoureiro: Guto Lima (SC)
Diretora 2 Tesoureira: Aletéia Selonk (RS)
Diretora Secretaria: Cynthia Falcão (PE)
Diretor Institucional: Pedro Lacerda (BSB)
Diretor Administrativo: Dario Gularte (RJ)
Diretora de Comunicação: Daniela Fernandes (MG)
Diretor Regionalização: Afonso Galindo(PA)
Conselho Fiscal:
Clementino Junior (RJ)
Caio Plessmann (SP)
Sergio Uchoa (AM)
Luis Pires (TO) 1ª. Suplência
ABDs Afiliadas em todo o País (26 Estados + Distrito Federal):
1. Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-metragistas do Acre
2. Associação de Cinema e Vídeo do Amazonas - ACVA/ ABD-AM.
3. Associação Brasileira de Documentarista e Curta-metragista do Amapá
4. Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-metragistas do Pará
5. ABD/RO
6. Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-metragistas de Roraima
7. Associação Tocantinense de Cinema, Vídeo e Televisão - ATCV/ABD
Tocantins
8. ABD AL
9. Associação Baiana de Cinema e Vídeo ABCV / ABD BA
10. Associação Cearense de Cinema e Vídeo – ACCV – Ceará
11. ABD Seção MA
12. Associação Brasileira de Documentaristas, Seção Paraíba
13. Associação Brasileira de Documentaristas / Associação Pernambucana de
Cineastas - PE
14. Associação Brasileira de Documentaristas do Piauí
15. Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-metragistas do RN
16. ABD/SE
17. Associação Brasileira de Documentaristas e Curtas-metragistas do Espírito
Santo
18. Associação Curta Minas/ABD-MG
19. Associação Brasileira de Documentarista Curta-metragistas do RJ
20. Associação Brasileira de Documentaristas – Seção São Paulo
21. Associação de Vídeo e Cinema do Paraná – AVEC /ABD-PR
22. Associação Profissional de Técnicos Cinematográficos RS (APTC-ABD-RS)
23. ABD SC
24. Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo – ABCV/BSB
25. Associação Brasileira de Documentaristas - Seção Goiás (ABD-GO)
26. ACV\MS-Associação de Cinema e Vídeo de MS
27. Associação dos Profissionais de Cinema e Outras Técnicas do Audiovisual do
MT
Salvador, 19 de janeiro de 2011.
Ao
Ministério da Cultura do Brasil
Excelentíssima Sra. Ministra de Estado da Cultura do Brasil
MD. Dra. Ana de Hollanda
Senhora Ministra,
A ABD Nacional – Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-
metragistas, entidade nacional existente nos 26 estados da Federação
Brasileira mais o Distrito Federal, vem através desta desejar-lhe boa sorte
no cargo de Ministra da Cultura do Brasil, na ocasião em que pela primeira
vez temos uma mulher à frente dessa importante pasta.
Também a ABD Nacional, depois de 30 anos de existência e resistência, tem
hoje na sua presidência uma mulher. Entendemos que o País está
avançando nas suas propostas igualitárias para o homem e a mulher, no
sentido de um trabalho conjunto para a nação brasileira.
Para a ABD, a Secretaria do Audiovisual é uma das secretarias mais
importantes do MinC, para a tarefa de levar nossa identidade e nossa
diversidade cultural às telas de todo o país, seja com filmes de curta ou
longa duração, seja através do documentário, ficção ou animação.
Nesses últimos anos, esse Ministério teve papel de destaque na política
nacional, graças a uma ação política de descentralização de verbas e à
participação deste Brasil plural na construção dessas novas políticas. A SAv,
que responde pelo nosso audiovisual, não só trabalhou dialogando com
todos os estados brasileiros, como também com os diversos segmentos da
atividade, através de suas entidades representativas e lideranças. Numa
política de que todos participaram na construção do que temos hoje. Das
várias ações que foram discutidas e implantadas, destacamos aqui algumas,
as mais evidentes:
1. DOC TV, um projeto que não só permitiu que cada estado pudesse
produzir seus próprios documentários, com os seus sotaques e
costumes, mas também exibi-los em horário nobre em cadeia
nacional, sem distinção. Da mesma forma, o DOC TV ibero-americano
e o DOC TV CPLP, a criação do ANIMA TV e do FIC TV;
2. Criação dos NPDs em 13 estados brasileiro, os quais devem ser
expandidos para todo o País;
3. CTAV-N/NE hoje denominado CANNE – Centro do Audiovisual Norte
Nordeste, para o qual em 2004 conseguimos a liberação de uma
câmera 35mm para o Norte e o Nordeste, regiões que se compõem
de 16 estados, tendo como objetivo inicial atender também ao
Centro-Oeste. Solicitamos a atenção do MinC para o investimento nas
ações do CANNE;
4. Programadora Brasil, que vem disponibilizando filmes às associações
que têm por premissa exibir filmes brasileiros;
5. Criação da ação Cine Mais Cultura, dentro do Programa Mais Cultura,
com a implantação de pontos de exibição em todo o país;
6. Projeto Revelando os Brasis;
7. Dentro da política do MinC, foram criados mais de 600 Pontos de
Cultura que trabalham com o audiovisual;
8. Projeto Curta Criança;
9. Revitalização do CTAV;
10. Ampliação dos editais de fomento e apoio e criação de Fundos, tanto
o da Inovação, na SAV, como o Setorial, na ANCINE;
11. Especificamente com relação ao Fundo de Inovação, consideramos
fundamental a participação ativa do Conselho Consultivo na tomada
de decisões sobre a construção dos editais;
12.Inserção do Cinema Brasileiro na APEX, que fortalece a venda e
divulgação dos nossos filmes no exterior;
13.Ressaltamos também as várias ações de apoios e fortalecimento a
instituições como a Cinemateca Brasileira, onde foram promovidas a
sua reforma e ampliação, além da criação de vários editais para a
pesquisa e resgate da memória do cinema nacional através da
restauração de películas que se perdiam com o passar do tempo.
Vale ressaltar que todas essas ações citadas foram implantadas desde os
primeiros quatro anos do governo Lula, através da Pasta da Cultura/SAV, e
preservadas pelos sucessivos responsáveis pelo MinC e suas secretarias até
o final do oito anos de mandato, sempre em contato com o setor
audiovisual por meio de suas entidades e lideranças.
Por todos esses motivos, a ABD Nacional vem solicitar a V. Excia. a
marcação de uma audiência para que possamos ouvir, expor e debater
assuntos mais voltados para as ações de interesse dos documentaristas e
curtas-metragistas, os quais é nossa função defender.
Por outro lado, também externamos, como acontece com as demais
entidades do audiovisual brasileiro, nossa preocupação diante da frequente
veiculação de noticias sobre alterações na estrutura e nas atribuições dos
órgãos do MinC voltados para o audiovisual. Acreditamos que, quanto mais
rápido nossas representações oficiais puderem ser recebidas por V. Excia,
melhor para o bom andamento das nossas atividades e para o bom
entendimento com esse Ministério.
Pelo que pudemos acompanhar no discurso de posse de V. Excia., há o
desejo de manter o permanente diálogo entre Governo e Sociedade Civil,
dando continuidade a uma participação democrática que tem rendido tantos
frutos e que com certeza será uma marca do novo governo sob o comando
da primeira mulher a ocupar a Presidência da República, como também do
Ministério da Cultura.
Certos da atenção de Vossa Excelência, renovamos nossos votos de estima
e consideração e desejamos o mais pleno sucesso para a sua gestão.
Atenciosamente,
Solange Lima
Presidente da ABD-Nacional
DIRETORIA DA ABD NACIONAL
Diretora Presidente: Solange Lima (BA)
Diretor Vice Presidente: Celso Gonçalves (SP)
Diretor 2 Vice Presidente: Carlos Dowling (PB)
Diretor Tesoureiro: Guto Lima (SC)
Diretora 2 Tesoureira: Aletéia Selonk (RS)
Diretora Secretaria: Cynthia Falcão (PE)
Diretor Institucional: Pedro Lacerda (BSB)
Diretor Administrativo: Dario Gularte (RJ)
Diretora de Comunicação: Daniela Fernandes (MG)
Diretor Regionalização: Afonso Galindo(PA)
Conselho Fiscal:
Clementino Junior (RJ)
Caio Plessmann (SP)
Sergio Uchoa (AM)
Luis Pires (TO) 1ª. Suplência
ABDs Afiliadas em todo o País (26 Estados + Distrito Federal):
1. Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-metragistas do Acre
2. Associação de Cinema e Vídeo do Amazonas - ACVA/ ABD-AM.
3. Associação Brasileira de Documentarista e Curta-metragista do Amapá
4. Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-metragistas do Pará
5. ABD/RO
6. Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-metragistas de Roraima
7. Associação Tocantinense de Cinema, Vídeo e Televisão - ATCV/ABD
Tocantins
8. ABD AL
9. Associação Baiana de Cinema e Vídeo ABCV / ABD BA
10. Associação Cearense de Cinema e Vídeo – ACCV – Ceará
11. ABD Seção MA
12. Associação Brasileira de Documentaristas, Seção Paraíba
13. Associação Brasileira de Documentaristas / Associação Pernambucana de
Cineastas - PE
14. Associação Brasileira de Documentaristas do Piauí
15. Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-metragistas do RN
16. ABD/SE
17. Associação Brasileira de Documentaristas e Curtas-metragistas do Espírito
Santo
18. Associação Curta Minas/ABD-MG
19. Associação Brasileira de Documentarista Curta-metragistas do RJ
20. Associação Brasileira de Documentaristas – Seção São Paulo
21. Associação de Vídeo e Cinema do Paraná – AVEC /ABD-PR
22. Associação Profissional de Técnicos Cinematográficos RS (APTC-ABD-RS)
23. ABD SC
24. Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo – ABCV/BSB
25. Associação Brasileira de Documentaristas - Seção Goiás (ABD-GO)
26. ACV\MS-Associação de Cinema e Vídeo de MS
27. Associação dos Profissionais de Cinema e Outras Técnicas do Audiovisual do
MT
Em São Luís, com a produção do cineasta e professor Francisco Colombo,
a 5ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos será realizada no Cine Praia
Grande e apresentará atrações inéditas nos quesitos exibição e participação do público.
Esse ano a mostra chega a 20 capitais, sendo a única no país que alcança todas as regiões. O evento será realizado entre 29 de novembro e 05 de dezembro, no Cine Praia Grande As sessões serão no período vespertino e noturno, com entrada franca. Vale destacar que todos os filmes são legendados (e, portanto voltados para o público com deficiência auditiva) e teremos ainda duas sessões com audiodescrição (uma aberta e outra fechada) para pessoas com deficiência visual. Os filmes, diferentemente do que alguns possam imaginar, não possuem caráter panfletário, tendo sido escolhidos para integrar a mostra, sobretudo pelo valor artístico
.
Onde: Cine Praia Grande / Centro de Criatividade Odilo Costa Filho – Rampa do Comércio, 200 - Praia Grande
(capacidade 111 Lugares). Telefone: (98) 3218-9934
Quando: de 29 de novembro até 05 de dezembro de 2010.
Sessões: vespertinas e noturnas. São Luís - MA.
Acesse o blog da ABD Maranhão http://cine-maranhao.blogspot.com/ para
ficar por dentro do audiovisual maranhense.
A Associação Brasileira de Documentaristas e Curtas-Metragistas do Rio de Janeiro, ABDeC-RJ, em encontro que contou com a presença de representantes da ABD Nacional, e representantes regionais da ABD-PB (Paraíba), APTC-RS (Rio Grande do Sul), ABD Capixaba (Espírito Santo) na cidade do Rio de Janeiro, no dia 2 de novembro de 2010, durante o Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro – Curta Cinema, vem trazer a público os temas centrais que nortearam as discussões e algumas de suas propostas.
Vale destacar que ABD Nacional é uma entidade que atua há 36 anos no país, em prol do audiovisual brasileiro, com foco nas políticas de produção e difusão do curta-metragem e do documentário nacionais.
As 3 ABDs convidadas pelo Curta Cinema e pela ABDeC-RJ expuseram suas experiências, bem sucedidas regionalmente, de inserção do Curta-metragem no circuito comercial:
· APTC-RS realiza há 36 edições o Curta nas Telas, exibindo ao longo dos anos centenas de curtas-metragens remunerados, antes dos longas-metragens, em salas de cinema em Porto Alegre, num convênio com as salas comerciais. Os cachês são pagos pela prefeitura, numa forma positiva de aplicação da “Lei do Curta”;
· A ABD Capixaba, que completou este ano 10 anos com a realização de mais uma Mostra da Produção Independente, apresentou os resultados que a Mostra trouxe para a produção local, com o surgimento de novos cineastas, e com a realização de rodadas de negócios com parceiros, resultando em vendas de curtas-metragens e projetos para TVs e distribuidoras, através de uma parceria com o SEBRAE.
· A ABD-PB apresentou o Pontão de Cultura Rede Nordestina de Audiovisual, portal de internet voltado para difusão e distribuição de produção independente, em especial o curta-metragem, para exibições sem fins lucrativos, servindo como interlocutor entre um acervo filmográfico diverso e os locais de exibição, que vão desde Pontos de Cultura , à cineclubes;
· A ABD Nacional fechou convênio com o Portal e distribuidora Curta O Curta, proporcionando descontos em pacotes para inscrições e envios de cópias para festivais nacionais e internacionais, e na distribuição para sessões em salas comerciais, com remuneração para os curtas-metragens.
· A ABDN também abriu a discussão sobre a parceria que está sendo realizada com o Canal Brasil para uma janela de exibição das produções regionais, que possibilitará à mais cineastas em todo o Brasil, em especial aos filiados à associação, exibir suas obras na TV Paga, nesta que é a principal emissora de difusão da produção de Curta-metragem.
Assim, a ABDeC-RJ, juntamente com a ABD Nacional, declara a importância deste encontro na cidade do Rio de Janeiro, que permitiu a reflexão a cerca de diversos caminhos que vem sendo delineados para o espaço e reconhecimento do curta-metragem em todas as telas, com olhar atento às novas plataformas de exibição, o que vem sendo o mote dos últimos encontros recentes realizados sobre a questão dos filmes de curta-duração.
A ABDeC-RJ vem conclamar os diversos segmentos organizados da sociedade a participar nessa luta pelo cinema cultural, luta que pertence a todos.
Durante o Curta Cinema, ocorreu o Encontro das ABDs, promovido pela Associação Brasileira de Documentaristas e Curtas-metragistas do Rio de Janeiro em parceria com a organização da Mostra.
O encerramento foi em grande estilo, estiveram presentes pela Diretoria da ABD Nacional o 2º Vice Presidente, Carlos Dowling; Diretor de Regionalização, Afonso Galindo; Diretor Administrativo/Convênios, Dario Gularte; Guilherme Whitaker e Marcus Vinicius Mannarino, da distribuidora Curta O Curta. Na ocasião eles assinaram convênio com a ABD Nacional, visando facilitar a inserção do Curta-metragem no circuito cultural e comercial.

A ABD completou esse ano 36 anos de milit7acirc;ncia e articulações em prol do audiovisual brasileiro. Esse site representa as 27 ABDs presentes em todas as unidades federativas do Brasil, concretizando assim a pluralidade cultural existente em nosso país, dando visibilidade as ações e conquistas em prol dos realizadores curtas-metragistas e documentaristas de todo o país.
As bandeiras, desafios, a diversidade nesta imensa geografia continental não nos intimida, pelo contrário, nos sentimos fortalecidos pelos mais de 1.000 associados diretos em todas as regiões, por nossos parceiros dos convênios nacionais e locais, da contribuição nos diversos fóruns, debates e mesas pelo país, fomentando mercados estaduais, regionais e nacional. Temos a satisfação hoje do reconhecimento nacional de nossas conquistas e pela contribuição de todos os agentes que participam e contribuem de maneira concreta e objetiva em toda a cadeia produtiva do audiovisual brasileiro, o que ratifica nossa importância como referência e apoio a cada realizador.