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Foram PRORROGADAS ATÉ O DIA 11 DE JUNHO DE 2010 as inscrições para as Mostras Competitivas do Comunicurtas, o Festival Audiovisual de Campina Grande – PB. O regulamento da competição e a ficha de inscrição se encontram no site www.comunicurtas.com.br. Dentre as Mostras estão:

Mostra Competitiva Tropeiros da Borborema: serão aceitos vídeos produzidos por realizadores naturalizados paraibanos, filmes rodados na Paraíba de até 20 minutos.

Mostra Competitiva Brasil: Para trabalhos de até 20 minutos produzidos em qualquer estado do país.

Mostra Competitiva Estalo: Para trabalhos de até um minuto de duração produzidos por realizadores naturalizados paraibanos.

Mostra Competitiva A idéia é... : Está aberta a todos os profissionais, estudantes e agências publicitárias da Paraíba.

Mostra Competitiva Tropeiros do Telejornalismo: serão aceitas tele-reportagens com até 5 minutos de duração, abordando qualquer conteúdo.

Aceitamos filmes produzidos em qualquer época, desde que nunca tenham participado nas nossas mostras competitivas. Todos podem enviar quantos filmes desejar, desde que cada um esteja em um DVD diferente e com uma ficha de inscrição diferente.

Contato: Jitana Cardins (Assessora) 8886 8801

 Realização: Centro de Ciências Sociais Aplicadas – CCSA

                     Departamento de Comunicação Social – DECOM

                     Fone: (083) 3310-9743                 

                    Universidade Estadual da Paraíba – UEPB

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Nos últimos 25 anos, a história do cinema gaúcho se entrelaça com a história da Associação Profissional de Técnicos Cinematográficos do Rio Grande do Sul, sendo os agentes da organização associativa os mesmos agentes do cinema feito no Estado
A APTC - Associação Profissional de Técnicos Cinematográficos do Rio Grande do Sul celebra seus 25 anos de atuação, no dia 11 de maio, no Zelig Bar (Rua Sarmento Leite, 1086 - Porto Alegre/RS), a partir das 20h, com o lançamento de projeto APTC 25 anos. Durante o evento será apresentado o novo site da entidade e a programação de atividades ligadas ao projeto, que contempla ações de formação e memória, confirmando a vocação da entidade que é democratizar e qualificar. Estão previstas a publicação de um livro comemorativo, para o registro e reflexão e a realização de um seminário com três edições a ser realizado entre os meses de junho e dezembro, com inscrições gratuitas. Essas atividades contam com o apoio do Fundo Nacional de Cultura, do Ministério da Cultura. Além disso, o projeto traz uma Mostra de Cinema, em que serão exibidos filmes que marcaram a trajetória da associação (de curtas a longas-metragens) e a realização de um documentário em vídeo, que aborda os 25 anos de audiovisual no RS e a participação da APTC neste processo.
De acordo com o presidente da Associação, Jaime Lerner, a APTC foi criada com este espírito: democratizar o acesso aos meios de produção e organizar os profissionais de cinema no Estado. Ele lembra que na época da fundação, em maio de 1985, o Brasil passava por uma fase de transição, na qual se libertava de duas décadas de Regime Militar e abria seus horizontes para a democracia. Junto com a organização de classe, entrava em cena uma geração de cineastas que marcaram época no cinema brasileiro, primeiro através do curta metragem, na chamada Primavera do Curta, e até os dias de hoje, com a produção de curtas, documentários, telefilmes e longas. Nos últimos 25 anos, a história do cinema gaúcho se entrelaça com a história da APTC/ABD-RS, sendo os agentes da organização associativa os mesmos agentes do cinema feito aqui.
 
 “Seguramente, podemos afirmar que o período contemporâneo possui traços de uma fase de transição para o audiovisual. Isto em virtude das constantes transformações tecnológicas, da atuação dos agentes e das instituições, do dinamismo do público e das novas formas de recepção disponíveis”, destaca Lerner.
 
Neste contexto, o Seminário intitulado Tempos de Transição pretende colocar em cena alguns questionamentos inadiáveis: De que maneira a tecnologia interfere na construção da estética e da linguagem do audiovisual? Quais são os novos processos de captação e manipulação de imagens e de que forma eles estão disponíveis para o mercado gaúcho e brasileiro? As políticas culturais para o audiovisual caminham junto com o desenvolvimento do mercado? O RS está atualizado com suas políticas Culturais com o cenário nacional e internacional? Os principais objetivos são a articulação de informação atualizada sobre temas relevantes, a promoção do debate e da reflexão, o incentivo ao intercâmbio de idéias entre o mercado regional e o nacional/internacional, além da contribuição para o aperfeiçoamento teórico-prático dos profissionais do Rio Grande do Sul. Os cronogramas de inscrições e as datas dos encontros serão divulgados em breve, bem como a programação da Mostra de Cinema.
 
Já a publicação do livro quer tornar perene um pedaço da história da produção audiovisual do Rio Grande do Sul, para contribuir com a compreensão deste espaço e dos seus agentes. A obra buscará apresentar o significado da trajetória da instituição e da produção audiovisual do Rio Grande do Sul no contexto local e nacional, através de um amplo material de pesquisa, depoimentos, documentos e textos de análise e reflexão. A distribuição será gratuita e direcionada para cinematecas, bibliotecas públicas do estado do Rio Grande do Sul, universidades brasileiras com cursos de comunicação e cinema, além de profissionais da área audiovisual. O lançamento do livro será feito em dois eventos, que serão organizados junto a importantes festivais de cinema do Brasil. 
 
 
Sarah Goulart
Assessora de Imprensa
(51) 9331.6878
sarahgou@gmail.com

Visite o site http://www.aptc.org.br/
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Fonte: Cinemateca Catarinense - ABD SC

A Fundação Catarinense de Cultura (FCC) e a Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte, com apoio da Cinemateca Catarinense, realizam anualmente o Edital Catarinense de Cinema. Criado com o objetivo de estimular a produção cinematográfica catarinense, o prêmio já está em sua sexta edição.
 
 Nesta edição do edital, antes conhecido como Prêmio Cinemateca Catarinense / Fundação Catarinense de Cultura, o Governo do Estado distribuirá R$ 1,9 milhão para 19 projetos selecionados em seis categorias diferentes. Os editais estão disponíveis no site da FCC (veja links abaixo), e as inscrições poderão ser feitas até 20 de novembro.
 
Em 2009, o edital veio com alguns diferenciais. O número de projetos contemplados aumentou de 17 para 19, com a inclusão de mais dois roteiros de curta-metragem. O nome foi alterado para Edital Catarinense de Cinema, dando maior clareza quanto a abrangência do mesmo. Por fim, a maior alteração: parte do recurso, equivalente a R$ 80 mil, será destinado para a produção e distribuição de uma coletânea em DVD com os filmes premiados nas edições anteriores do edital. As cópias serão encaminhadas para fundações culturais, escolas, pontos de cultura e universidades.
 
O prêmio principal do Edital continuará sendo para a produção de um longa-metragem, no valor de R$ 880 mil. Também serão contemplados a produção de três documentários de média-metragem no valor de R$ 75 mil cada, cinco curtas-metragem no valor de R$ 95 mil cada, quatro vídeos de curta-metragem no valor de R$ 36 mil cada, a elaboração de dois roteiros de longa-metragem no valor de R$ 13 mil cada, e de quatro roteiros de curta-metragem no valor de R$ 5 mil cada.
 
Em 2001, na primeira edição da premiação, foram distribuídos ao todo R$ 1,1 milhão, dos quais R$ 800 mil foram destinados ao longa-metragem “Seo Chico – Um Retrato”, de José Rafael Mamigonian. Em 2002, foram distribuídos R$ 1.530.000,00, dos quais R$ 900 mil foram destinados ao longa “A Antropóloga”, de Zeca Pires. Para a edição de 2005, o Governo do Estado destinou R$ 1.488.000,00, e o longa-metragem selecionado para receber R$ 760 mil foi “Doce de Coco”, de Penna Filho (foto). Em 2007, o prêmio total foi de R$ 1,6 milhão, dos quais R$ 900 mil foram para o longa-metragem “Querido Pai”, de Chico Faganello. Em 2008, o edital distribuiu R$ 1,9 milhão, sendo R$ 900 mil para o longa “Amores Raros”.
 
Todo o processo será acompanhado pela Comissão de Organização e Acompanhamento do Edital (COA), que receberá R$ 50 mil para cobrir os custos administrativos do Edital, entre eles transporte e hospedagem da comissão julgadora. Em 2008, o prêmio teve 140 projetos inscritos, contra 128 em 2007, 101 em 2005, 55 em 2002 e 51 em 2001.

 Informações retiradas do site www.fcc.sc.gov.br

Conheça a Cinemateca Catarinense  http://www.cinematecacatarinense.org/
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Sobre a ABD

A ABD completou esse ano 36 anos de milit7acirc;ncia e articulações em prol do audiovisual brasileiro. Esse site representa as 27 ABDs presentes em todas as unidades federativas do Brasil, concretizando assim a pluralidade cultural existente em nosso país, dando visibilidade as ações e conquistas em prol dos realizadores curtas-metragistas e documentaristas de todo o país.

As bandeiras, desafios, a diversidade nesta imensa geografia continental não nos intimida, pelo contrário, nos sentimos fortalecidos pelos mais de 1.000 associados diretos em todas as regiões, por nossos parceiros dos convênios nacionais e locais, da contribuição nos diversos fóruns, debates e mesas pelo país, fomentando mercados estaduais, regionais e nacional. Temos a satisfação hoje do reconhecimento nacional de nossas conquistas e pela contribuição de todos os agentes que participam e contribuem de maneira concreta e objetiva em toda a cadeia produtiva do audiovisual brasileiro, o que ratifica nossa importância como referência e apoio a cada realizador.


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