DE ORQUÍDEAS E SELOS no FEMINA

1 jun 2009 Em: Não catalogado

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O documentário “De Orquídeas e Selos”, de Carolina Paraguassú Dayer, foi selecionado para participar do Femina (Festival Internacional de Cinema Feminino), que será realizado de 1 a 7 de junho, na Caixa Cultural. O festival visa valorizar e destacar o trabalho da mulher no cenário cinematográfico brasileiro e mundial e, assim, estimular o surgimento de novas diretoras.

O curta-metragem mostra a história de João Dayer Bechara, um simpático advogado de 88 anos, que recorda, através da coleção de selos, a sua vida desde a vinda de seus pais do Líbano para o Brasil, e do tempo em que colecionava orquídeas. Durante as filmagens, a equipe acompanhou Dr. João em uma viagem ao passado pela lente de suas coleções.

Esta será a segunda oportunidade para o público carioca assistir à obra de Carolina Paraguassú Dayer. O documentário “De Orquídeas e Selos” foi exibido pela primeira vez durante o REcine (Festival Internacional de Cinema de Arquivo), realizado em outubro de 2008 no Arquivo Nacional do Rio de Janeiro. Após este primeiro e único contato com o público, o filme foi remontado e passou por uma segunda etapa de finalização que, concluída, será exibido em junho durante o Femina. O documentário foi realizado após a oficina do REcine, ministrada em julho de 2008 pelo cineasta Eduardo Escorel, que orientou os participantes na realização dos curtas. O desejo da jornalista goiana em contar a história de seu avô surgiu numa viagem para o Espírito Santo.  - Fui selecionada para a oficina, que é muito disputada no Rio de Janeiro. Uma semana antes de começar o REcine ainda não tinha um tema para o documentário e meu avô comentou sobre os selos de sua coleção e as histórias que existem neles. Sempre tive vontade de fazer um filme com meu avô, que com 88 anos continua trabalhando diariamente, e o curta foi uma forma de homenageá-lo – comentou Carolina.  Com pouco tempo para a realização do documentário, a cineasta reuniu uma equipe formada por profissionais experientes e iniciantes, divididas em duas equipes. No Rio de Janeiro foram filmados o depoimento do Dr. João e a pesquisa para o material de arquivo necessário ao curta. Cumprida esta etapa, a finalização das duas versões foi realizada em Goiânia, onde outros profissionais participaram do filme. Além do Femina, o documentário “De Orquídeas e Selos” concorrerá na VII Mostra ABD Cine Goiás, mostra competitiva paralela ao FICA (Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental), que acontece na cidade histórica de Goiás, também em junho.  

Filmografia da Diretora

A diretora também está finalizando um documentário longa-metragem, que teve início em 2005, durante a graduação em Comunicação Social – Jornalismo pela PUC-Rio, e que conta com equipe de Goiânia e Rio de Janeiro. O filme “Resistência.doc” narra a história política de Goiás na primeira metade da década de 1960. Através de depoimentos de personagens da época e orientado pela análise de um vasto acervo documental, o documentário aborda o governo planejado de Mauro Borges Teixeira (1961-1964) e dois momentos importantes na história nacional: o Movimento da Legalidade em 1961 e a Intervenção Federal do regime civil-militar no ano de 1964 em Goiás.

Carolina dirigiu, produziu e editou diversos filmes durante a graduação no Rio de Janeiro e após seu retorno para Goiânia. Entre eles, “Selva do Meu Desejo” (edição) e “Dinorah Marzullo” (edição) com direção do dramaturgo Roberto Athayde, no Rio de Janeiro e em Goiânia, participou das obras: “Sexodrama” (direção de produção) direção de Alyne Fratari, “Kalunga” (montagem) direção de Luiz Elias, Pedro Nabuco e Sylvestre Campe, e “Resistência.doc” (direção, produção, pesquisa, roteiro e edição).

Recentemente integrou em Goiânia o júri de premiação do 2º MIAU – Mostra Independente do Audiovisual Universitário e participa do FICA (Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental) na mostra competitiva com o longa-metragem Kalunga.

 Parceiros do Filme  O curta “De Orquídeas e Selos” foi realizado pela Sabiá Filmes com os parceiros Câmera na Mão Cinema e Vídeo e Fóton Arquitetura Design, e os apoios do Arquivo Nacional, Curta o Curta, Delírio Tropical, Le Pain Du Lapin, Arte Flores, ABD Nacional e ABD-GO. SERVIÇO De Orquídeas e Selos no FEMINA 2009 Competição de Documentários - Programa 2 Sala de Cinema: Quarta-feira 03/06, 16h Sala de Vídeo: Sábado 06/06, 18h30 Local: Caixa Cultural Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro, Rio de Janeiro - RJ  ENTRADA FRANCA Assessoria de Imprensa: Rio de Janeiro: (21) 9654-8540 (Gustavo Marialva) gmarialva@gmail.com Goiânia: (62) 9112-3393 (Geórgia Cynara) imprensa@georgiacynara.com

 

Ministro da Cultura fala para o ABD NO AR

22 mai 2009 Em: ABD no ar
O Ministro da Cultura, Juca Ferreira veio recentemente a Campo Grande,MS para discutir com os produtores culturais as modificações da  Lei Rouanet. Durante o encontro mostrou que não é mais possível que apenas 3% do produtores lotados nos grande centros tenha acesso aos beneficios da lei em detrimento do resto do país.

O Ministro falou que os cidadãos devem fiscalizar o dinheiro público e as empresas tem que investir de fato na produção cultural  brasileira uma vez que a maioria associa sua marca a projetos de seu interesse privado gastando com isso o dinheiro público sem investir capital próprio.

Finalizando uma palestra de quase duas horas entre exposição e debate o ministro mostrou-se um agente de seu plano de ação expondo e debatendo incansavelmente suas idéias a respeito das relações do Estado e da Cultura que precisam melhorar muito.

Na saída, abordado pelo ABD NO AR, ele falou das mudanças da lei e dissipou as dúvidas sobre prejuízos que porventura possam cair sobre a SAV-Secretaria do Audiovisual uma vez que ações dessa secretaria não se enquadram nos estatutos da ANCINE.

Cândido Alberto da Fonseca

Diretor de Comunicação ABDN
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ABD NO AR:UM PROGRAMA VERSÁTIL

18 mai 2009 Em: ABD no ar
A jornalista Diana Gaúna fala sobre a versatilidade do ABD  no AR produzido para se adaptar a todas as mídias. A Presidente da ABD, Solange Lima fala sobre esse programa da Associação.
O CONVÊNIO ABD - REALIZADORES

Caros Associados abdistas,

O Convênio ABD é mais uma das inúmeras conquistas dessa entidade nacional com mais de 30 anos de atuação no setor audiovisual que hoje conta com afiliadas em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal ampliando sua capacidade de atuação em rede e potencial de capilaridade.

Através do Convênio ABD, os realizadores contam com descontos em produtos e serviços de laboratório, imagem e som.

O Convênio ABD é reservado a todos os associados em dia com suas obrigações estatutárias com suas respectivas ABDs estaduais para realização de produto audiovisual que, mediante o pagamento de uma taxa de R$ 300,00 à ABD Nacional e a entrega da documentação abaixo, podem usufruir de descontos junto às empresas conveniadas.

O Convênio deve ser feito em nome de uma pessoa física, que pode ser o diretor ou produtor do projeto. Cada taxa de adesão vale para apenas um filme.

Os interessados em participar do convênio devem pedir sua adesão com no mínimo 5 dias úteis antes da primeira utilização.

Para usufruir dos descontos do Convênio, é necessário preencher uma Solicitação de Adesão (documento 2) e enviar junto com os seguintes documentos à Diretoria Administrativa:

1 cópia do roteiro do projeto
1 cópia simples da Carteira de Identidade e CPF do diretor do projeto.
1 cópia de carta da ABD estadual (documento 3) a qual o diretor pertence, atestando sua filiação à entidade
2 vias do Contrato de Adesão assinadas pelo diretor
1 comprovante do depósito da taxa de adesão ao Convênio, no valor de R$ 300,00 (trezentos reais)

A partir do envio dessa documentação, a ABD emite um Certificado de Adesão ao Convênio. A produção do filme então apresenta esse certificado nas empresas cadastradas e pede que as mesmas enviem, para a coordenação do convênio, um orçamento resumido informando:

- Preço de tabela dos serviços ou equipamentos utilizados
- Porcentagem do desconto
- Valor do desconto
- Preço final
- Forma de pagamento.

Ao receber esse orçamento, caso necessário a ABD manda para a empresa, com cópia para o realizador, uma autorização para obtenção de desconto.
A associação ao Convênio possibilita descontos para os projetos cadastrados nas seguintes empresas:

- Quanta (equipamentos de iluminação) - 75%
- Labocine (laboratório) – 20%
- EstúdiosMega (finalização) - 20% a 30%
- Megacolor (laboratório) - 20% a 30%
- Casablanca (laboratório e material gráfico) - 20% a 30%
- Teleimage (finalização) - 10% a 30%
- Álamo (finalização de som) - 50%
- Effects (edição de som) - 50%
- Link Digital (finalização) - 60%

Nos créditos do filme, a menção ao Convenio deve entrar da seguinte maneira:

ESTE FILME CONTOU COM OS BENEFÍCIOS DO CONVENIO NACIONAL ABD
(entra logo da ABD Nacional e logo das empresas efetivamente utilizadas)

Pedimos que, uma vez concluído, seja enviada uma copia do filme em DVD para o acervo da ABD Nacional.

Atenciosamente

Saskia Sá
Diretora Administrativa da ABD Nacional
Coordenadora do Convênio ABD
saskiasa@saskiasa.com.br
(27) 9277 1727

Dados bancários para depósito:

Banco do Brasil
Agência: 1808-2
Conta Corrente: 19.804-8
CNPJ: 07.778.508/0001-64

Endereço para envio de documentos:

Rua Alice Bumachar Neffa, 714, Jardim Camburi, Vitória, ES, CEP. 29.090-290
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Sobre as majors e mercados locais

3 mai 2009 Em: Não catalogado

Assista a entrevistaClique na foto e assista a entrevista com Orlando Senna permite diversas leituras e abre inúmeras discussões. Há um tema, porém, que merece aprofundamento. O presidente da TAL apresenta dois lados da presença das majors (os grandes estúdios de Hollywood) nos mercados locais, e o do Brasil em especial. De um lado, o aprendizado com a convivência e o diálogo com um modelo de indústria poderia dar ao país a alforria necessária deste próprio modelo, a partir do instante que se torna um player importante do mercado. Esse raciocínio seguiria a linha da atuação brasileira no mercado financeiro internacional. Recentemente, o país virou credor do FMI, o mesmo fundo que colocou durante décadas países como Brasil e Argentina e tantos outros “em desenvolvimento” aos pés dos credores internacionais. De outro, a submissão a um modelo controlador e concentrador, com as consequências que já estamos acostumados a lidar.

Sobre a ABD

A ABD completou esse ano 36 anos de milit7acirc;ncia e articulações em prol do audiovisual brasileiro. Esse site representa as 27 ABDs presentes em todas as unidades federativas do Brasil, concretizando assim a pluralidade cultural existente em nosso país, dando visibilidade as ações e conquistas em prol dos realizadores curtas-metragistas e documentaristas de todo o país.

As bandeiras, desafios, a diversidade nesta imensa geografia continental não nos intimida, pelo contrário, nos sentimos fortalecidos pelos mais de 1.000 associados diretos em todas as regiões, por nossos parceiros dos convênios nacionais e locais, da contribuição nos diversos fóruns, debates e mesas pelo país, fomentando mercados estaduais, regionais e nacional. Temos a satisfação hoje do reconhecimento nacional de nossas conquistas e pela contribuição de todos os agentes que participam e contribuem de maneira concreta e objetiva em toda a cadeia produtiva do audiovisual brasileiro, o que ratifica nossa importância como referência e apoio a cada realizador.


REGIONAIS

ABDeC-PARÁ
ABD-TO
Curta Minas - MG
ABCV-BA
ABD-GO
AMAV-MT
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ABDeC-RJ
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ABD-PI
ABD-AL
ACVA-AM
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AVEC-PR
ABD-SE
ABD-MA