ABD NO AR:UM PROGRAMA VERSÁTIL

18 mai 2009 Em: ABD no ar
A jornalista Diana Gaúna fala sobre a versatilidade do ABD  no AR produzido para se adaptar a todas as mídias. A Presidente da ABD, Solange Lima fala sobre esse programa da Associação.
O CONVÊNIO ABD - REALIZADORES

Caros Associados abdistas,

O Convênio ABD é mais uma das inúmeras conquistas dessa entidade nacional com mais de 30 anos de atuação no setor audiovisual que hoje conta com afiliadas em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal ampliando sua capacidade de atuação em rede e potencial de capilaridade.

Através do Convênio ABD, os realizadores contam com descontos em produtos e serviços de laboratório, imagem e som.

O Convênio ABD é reservado a todos os associados em dia com suas obrigações estatutárias com suas respectivas ABDs estaduais para realização de produto audiovisual que, mediante o pagamento de uma taxa de R$ 300,00 à ABD Nacional e a entrega da documentação abaixo, podem usufruir de descontos junto às empresas conveniadas.

O Convênio deve ser feito em nome de uma pessoa física, que pode ser o diretor ou produtor do projeto. Cada taxa de adesão vale para apenas um filme.

Os interessados em participar do convênio devem pedir sua adesão com no mínimo 5 dias úteis antes da primeira utilização.

Para usufruir dos descontos do Convênio, é necessário preencher uma Solicitação de Adesão (documento 2) e enviar junto com os seguintes documentos à Diretoria Administrativa:

1 cópia do roteiro do projeto
1 cópia simples da Carteira de Identidade e CPF do diretor do projeto.
1 cópia de carta da ABD estadual (documento 3) a qual o diretor pertence, atestando sua filiação à entidade
2 vias do Contrato de Adesão assinadas pelo diretor
1 comprovante do depósito da taxa de adesão ao Convênio, no valor de R$ 300,00 (trezentos reais)

A partir do envio dessa documentação, a ABD emite um Certificado de Adesão ao Convênio. A produção do filme então apresenta esse certificado nas empresas cadastradas e pede que as mesmas enviem, para a coordenação do convênio, um orçamento resumido informando:

- Preço de tabela dos serviços ou equipamentos utilizados
- Porcentagem do desconto
- Valor do desconto
- Preço final
- Forma de pagamento.

Ao receber esse orçamento, caso necessário a ABD manda para a empresa, com cópia para o realizador, uma autorização para obtenção de desconto.
A associação ao Convênio possibilita descontos para os projetos cadastrados nas seguintes empresas:

- Quanta (equipamentos de iluminação) - 75%
- Labocine (laboratório) – 20%
- EstúdiosMega (finalização) - 20% a 30%
- Megacolor (laboratório) - 20% a 30%
- Casablanca (laboratório e material gráfico) - 20% a 30%
- Teleimage (finalização) - 10% a 30%
- Álamo (finalização de som) - 50%
- Effects (edição de som) - 50%
- Link Digital (finalização) - 60%

Nos créditos do filme, a menção ao Convenio deve entrar da seguinte maneira:

ESTE FILME CONTOU COM OS BENEFÍCIOS DO CONVENIO NACIONAL ABD
(entra logo da ABD Nacional e logo das empresas efetivamente utilizadas)

Pedimos que, uma vez concluído, seja enviada uma copia do filme em DVD para o acervo da ABD Nacional.

Atenciosamente

Saskia Sá
Diretora Administrativa da ABD Nacional
Coordenadora do Convênio ABD
saskiasa@saskiasa.com.br
(27) 9277 1727

Dados bancários para depósito:

Banco do Brasil
Agência: 1808-2
Conta Corrente: 19.804-8
CNPJ: 07.778.508/0001-64

Endereço para envio de documentos:

Rua Alice Bumachar Neffa, 714, Jardim Camburi, Vitória, ES, CEP. 29.090-290
  • Comments Off

Sobre as majors e mercados locais

3 mai 2009 Em: Não catalogado

Assista a entrevistaClique na foto e assista a entrevista com Orlando Senna permite diversas leituras e abre inúmeras discussões. Há um tema, porém, que merece aprofundamento. O presidente da TAL apresenta dois lados da presença das majors (os grandes estúdios de Hollywood) nos mercados locais, e o do Brasil em especial. De um lado, o aprendizado com a convivência e o diálogo com um modelo de indústria poderia dar ao país a alforria necessária deste próprio modelo, a partir do instante que se torna um player importante do mercado. Esse raciocínio seguiria a linha da atuação brasileira no mercado financeiro internacional. Recentemente, o país virou credor do FMI, o mesmo fundo que colocou durante décadas países como Brasil e Argentina e tantos outros “em desenvolvimento” aos pés dos credores internacionais. De outro, a submissão a um modelo controlador e concentrador, com as consequências que já estamos acostumados a lidar.

Aconteceu durante o I Amazônia Doc entre os dia 22 a 26 de abril de 2009, em Belém. A reunião, que aconteceu dia 24/04, pela manhã no Instituto de Ciências da Arte (UFPa) contou também com a participação de nossa presidente Solange Lima, Geraldo Morais (Coalizão pela Diversidade Cultural) e Claudino de Jesus (Conselho Nacional de Cineclubes).

Abaixo a carta oficial do encontro com as deritrizes definidas pelo grupo para o encontro.

 

CARTA DE BELÉM

Assistimos a uma autêntica manifestação, múltipla e diversa, do documentário de várias partes do mundo, em particular, da América Latina e Caribe. Urge, ao mesmo tempo, a ampliação da circulação dos conteúdos audiovisuais, com ênfase ao gênero documentário, em toda a Região Pan-Amazônica, assim como o debate de seus realizadores e o contato da obra com seu público, destinatário desse imaginário pleno de revelações.

 

O primeiro Festival Pan-Amazônico de Documentários, o Amazônia DOC, se insere nessa proposta de intercâmbio e de conhecimento mútuo entre os países que integram o imenso território amazônico e na reflexão em torno da problemática e potencialidades da Pan-Amazônia – Brasil, Venezuela, Equador, Peru, Colômbia, Bolívia, Guiana Francesa e Suriname.  Assim como na busca de uma linguagem audiovisual que enriqueça o gênero documental e que proporcione maior eficácia de conteúdos, uma estética mobilizadora, densa e profusa, como nossa própria floresta.

 

Por ocasião da realização do I Amazônia Doc em Belém do Pará, os integrantes da Comissão Organizadora do 2º Encontro Século XXI de Documentaristas da América Latina, convocados pelo diretor Executivo do Conselho Nacional de Cinematografia do Equador, Jorge Luís Serrano, em cumprimento ao mandato outorgado pela Assembléia do 1º Encontro Século XXI realizado em Caracas, em novembro de 2008, reuniram-se para deliberar e estabelecer a agenda de trabalho que os conduza à realização do 2º Encontro Século XXI, na cidade de Guayaquil, no Equador e informam o que segue:

 

Fica aberta a convocatória aos documentaristas da América Latina e Caribe, com o espírito de refundação do movimento de documentaristas ditado pela carta do Rio de Janeiro e consagrado na declaração do 1º Encontro Século XXI de Caracas, a participarem do 2º Encontro que terá como tema central a Circulação de Conteúdos;

 

A estrutura do Encontro estará definida por cinco mesas de trabalho, organizadas em torno dessa questão. Essas mesas abordarão temas tais como: a criação de redes não comerciais de circulação; a promulgação de normas que garantam e estimulem a circulação comercial de conteúdos, tanto em salas, quanto em televisões; um novo papel do cineclubismo e elaboração de ações para formação de platéias; o papel do audiovisual comunitário, a televisão comunitária e a rede pública de televisões nacionais e regionais para circulação dos conteúdos audiovisuais; assim como aspectos que permitam definir uma forma de ativismo audiovisual em favor da criação de uma cidadania audiovisual continental.

 

A fim de garantir o equilíbrio na constituição das representações nacionais, o lançamento dessa agenda significa um chamado a todas as organizações de documentaristas da América Latina e Caribe, assim como as instituições nacionais do audiovisual, para organizarem convocatórias internas que garantam uma justa participação das representações respeitando-se a diversidade dessas representações, levando-se em conta as amplas formas de expressão audiovisual do documental atualmente existentes;

 

As representações nacionais deverão estar constituídas e definidas até o final de julho para preparação de suas respectivas apresentações nas mesas de trabalho. O Encontro prevê a realização de uma série de atividades paralelas: mostras, diálogos e oficinas com o público, retrospectivas e projeções especiais de documentários com a participação das diferentes delegações.

O Comitê Organizador do 2º Encontro Século XXI de Documentaristas da América Latina solicita a ampla divulgação deste comunicado, assim como a articulação das ações aqui recomendadas.

 

                                                Belém-PA, 25 de abril de 2009

 

JORGE LUIS SERRANO

EDMUNDO ARAY

TITO AMEIJEIRAS

HUMBERTO RIOS

   

Cândido entrega a carta ao ministro
Cândido entrega a carta ao ministro

 


A ACV/MS entregou um documento ao Ministro da Cultura, Juca Ferreira, manifestando as preocupações da categoria dos produtores independentes em relação a algumas atribuições da Lei que podem colocar a SAV na indigência. A entrega foi após o debate ocorrido em Campo Grande no dia 27 de Abril, o qual expôs os aspectos da reformulação da Lei Rouanet.
 

Na ocasião, a ACV/MS manifestou sua admiração pelo trabalho do Ministro que nesse debate e vários outros no país têm demonstrado que é um apóstolo das ações de seu ministério; sugeriu, em ofício, a criação, em convênio com Estados, Municípios e entidades culturais, de edifícios culturais que abriguem salas de cinema, teatro, artesanato, para a efetiva circulação dos bens culturais produzidos pelos Estados periféricos, além de denunciar a política cultural de MS, que em grande parte se restringe a contrapartida de convênios com verbas federais. Solicitou ainda, a participação das organizações de produtores culturais nas decisões das aplicações dessa verba que, segundo Juca, é dinheiro público e deve ser bem aplicado e fiscalizado.
Por fim, gravou um depoimento do Ministro que em breve estará no ar, aqui através da nossa página, no ABD no AR.
 

Cândido Alberto da Fonseca

Diretor de Comunicação da ABDN
  • Comments Off
  • Tags:

Sobre a ABD

A ABD completou esse ano 36 anos de milit7acirc;ncia e articulações em prol do audiovisual brasileiro. Esse site representa as 27 ABDs presentes em todas as unidades federativas do Brasil, concretizando assim a pluralidade cultural existente em nosso país, dando visibilidade as ações e conquistas em prol dos realizadores curtas-metragistas e documentaristas de todo o país.

As bandeiras, desafios, a diversidade nesta imensa geografia continental não nos intimida, pelo contrário, nos sentimos fortalecidos pelos mais de 1.000 associados diretos em todas as regiões, por nossos parceiros dos convênios nacionais e locais, da contribuição nos diversos fóruns, debates e mesas pelo país, fomentando mercados estaduais, regionais e nacional. Temos a satisfação hoje do reconhecimento nacional de nossas conquistas e pela contribuição de todos os agentes que participam e contribuem de maneira concreta e objetiva em toda a cadeia produtiva do audiovisual brasileiro, o que ratifica nossa importância como referência e apoio a cada realizador.


REGIONAIS

ABDeC-AC
ABD-RR
ABD-PB
ACCV-CE
AVEC-PR
ABD-SP
ABD-RN
ABD-MA
ACV-MS
ACVA-AM
ABD-SC
ABDeC-RJ
ABD-TO
Curta Minas - MG
APTC-RS
ABCV-BA
ABDeC-AP
ABDeC-PARÁ
ABD-AL
AMAV-MT
ABD-PI
ABD-ES
ABD-GO
ABD-RO
ABD-DF
ABD-SE
 
vicodin | viagra online | cialis online