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Nosso companheiro feleceu em Goiânia nesta segunda feira (19/10).

Diretor, roteirista e pesquisador de cinema nasceu em Goiânia, em 24 de julho de 1958.

Ex-crítico de cinema do jornal Diário da Manhã (1982-93), ex-editor geral da revista Oásis (1986-93), da revista Novos Dias (1998) e ex-crítico de cinema da Revista de Cinema - São Paulo-SP (2001-2002).

Foi assistente de direção e montagem e fez a direção de produção do curta-metragem em 35mm “O Pescador de Cinema”, de Ângelo Lima (Goiânia, 1999); Produtor Executivo e Assistente de Produção do curta-metragem em 35mm “Wataú”, de Débora Torres (Goiânia/Aruanã, 2000).

Escreveu o roteiro e co-dirigiu, com Eduardo Benfica, o vídeo “Goiânia: Do Batismo à Modernidade”, em homenagem ao cinqüentenário do Batismo Cultural da cidade, comemorado em 1992, e co-dirigiu, com Eudaldo Guimarães, o vídeo “Bênnio – o Inesquecível Alquimista das Artes”. É um dos fundadores da Associação Brasileira de Documentaristas, Seção de Goiás - ABD-GO, presidida por ele em duas gestões (1985-86 e 1993-94.).

Autor do livro “Bennio – Da Cozinha para a Sala Escura” (Editora do Cerne, Goiânia, 1999), co-autor, em parceria com Eduardo Benfica, do livro “Goiás no Século do Cinema” (Editora Kelps, Goiânia 1996) e um dos autores da “Enciclopédia do Cinema Brasileiro” (Editora Senac São Paulo, 2000). Em 2001 escreveu o livro “O Cinema Ambiental no Brasil” (editado pela Agepel) e dirigiu o vídeo “Cesius 13.7”, documentário sobre o acidente com o Césio 137 ocorrido em Goiânia em setembro de 1987. Em 2005, escreveu o roteiro “DJ Oliveira – O Dom Quixote dos Pincéis”, com direção de Taquinho. Nesse mesmo ano recebeu uma Medalha de Honra ao Mérito na homenagem prestada pela 5ª Goiânia Mostra Curtas.

Atualmente era presidente da Associação Brasileira de Documentaristas, Seção de Goiás – ABD-GO, presidente do Cineclube João Bênnio e do Núcleo Goiano do Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro (CPCB), também foi diretor de Comunicação do Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros (CNC).