Assista a entrevistaClique na foto e assista a entrevista com Orlando Senna permite diversas leituras e abre inúmeras discussões. Há um tema, porém, que merece aprofundamento. O presidente da TAL apresenta dois lados da presença das majors (os grandes estúdios de Hollywood) nos mercados locais, e o do Brasil em especial. De um lado, o aprendizado com a convivência e o diálogo com um modelo de indústria poderia dar ao país a alforria necessária deste próprio modelo, a partir do instante que se torna um player importante do mercado. Esse raciocínio seguiria a linha da atuação brasileira no mercado financeiro internacional. Recentemente, o país virou credor do FMI, o mesmo fundo que colocou durante décadas países como Brasil e Argentina e tantos outros “em desenvolvimento” aos pés dos credores internacionais. De outro, a submissão a um modelo controlador e concentrador, com as consequências que já estamos acostumados a lidar.